terça-feira, 19 de outubro de 2010

Oh, oh, a long time with no writing, huh?
Tem um série, Once and Again, do canal Liv, que eu realmente adoro; que me faz rir, que me lembra do amor, mas hoje, hoje foi diferente. O pai da protagonista morreu. E o que eu mais gosto nessa série é a parte que eles vão pra um confessionário pra falar da vida, dos problemas, das felicidades, das tristezas... E depois que o pai se foi, apareceu ele nesse confessionário dizendo que o que ele queria depois da aposentadoria seria o que todo mundo quer: descansar e aproveitar o tempo com a mulher, os filhos e os netos. Ele queria 'tempo', isso que ele disse: 'tempo'; 'fazer as coisas que realmente importam.' Mas acho que ele quis dizer que o importante mesmo é fazer as coisas da alma, junto com aqueles que vc ama.

Não. Acabo de mudar de opinião... Não é isso. Isso não pode ser verdade. Porque mesmo naquelas hroas que você está com a família, com os amigos, de divertindo, amando, vem um vazio, algo sempre falta e as únicas vezes que eu não me senti vazio foram quando eu estava apaixonado - o que ja faz um tempo, I have to say. Mas as vezes não é o vazio ruim, é o vazio bom, como quando o pessoal do centro está mais sensível, o que sempre acaba afetando todos, em efeito dominó.
Sei lá, não sei mais, talvez seja assim mesmo. Talvez ser humano é ser vazio, por falta do Amor Maior, ou pela falta de consciência desse amor. Amor divino, quem sabe... Ou pela falta de evolução espiritual. Whatever.
Hummm... ( thinking) Na verdade, acho que quando eu sinto um vazio gostoso é porque esse é o amor mais completo que eu posso sentir. Deve ser isso. Que só acontece no Lírio. Ou não, ja que quando as pessoas estão apaixonadas - apaixonadas de verdade, né, e não com fome de poder - essas pessoas deixam seus egos de lado, pelo menos entre ela e o(a) parceiro(a). Eles se deixam amar, se perdem entre si.
É. Só o futuro. Mas sempre lembrando que o futuro depende do presente.
Gassho

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